#nowplaying: alguns dos meus álbuns pop preferidos de todos os tempos


Decidi fazer um #nowplaying meio diferente. Depois de ver o filme da Katy Perry sobre a turnê do Teenage Dream e lembrar como gostava do pop daquele álbum, apesar de todas as minhas ressalvas com a própria Katy, fiquei pensando em quais seriam meus álbuns pop preferidos. Não sei se algum dia conseguiria listar todos, mas esse foi o melhor que consegui fazer. Prepara, que tão vindo muitos muitos caracteres.

Ilustrando pop da maior qualidade, mas que não estará neste post. Por quê? Bom... vai lendo.
Ilustrando pop da maior qualidade, mas que não estará neste post. Por quê? Bom… vai lendo.

O pop. O tão criticado e amado pop. Aquele gênero que contém o descartável que toca nas rádios, que te encanta e te enche o saco em uma mesma semana. O amplo pop. Aquele gênero que vai de Lady Gaga a Sandy, do genérico ao surpreendente. Eu sou uma fã de pop, inevitavelmente. Não de todo pop, não o tempo inteiro, nem mesmo gostava tanto assim do pop da minha cantora favorita até o ano passado.
E acredito que muito do que marca nossa vida tem a ver com fases. Eu poderia facilmente dizer que meu álbum pop favorito de todos os tempos é o In The Zone, da Britney, mas não é. E não é por falta de qualidade dele ou por falta de repeat de Me Against The Music e Brave New Girl no meu discman. É porque em 2003 e 2004 eu era movida não mais a Britney Spears, mas a Linkin Park, Pitty e Evanescence.
Na época em que conheci a Taylor, no começo de 2008, começou uma fase muito pop pra mim, quando conheci também Katy Perry e, poucos meses depois, Lady Gaga, e comecei a acompanhar lançamentos. Nos cinco anos anteriores, pouca coisa pop se destacaria pra mim junto com os The Black Parade da vida. Dali em diante, mudou bastante.
Agora, sem mais enrolações, vamos à lista. Por motivos de justiça e tentativa de imparcialidade motivada por uma forte indecisão, vou colocar os álbuns em ordem alfabética de título. Vale lembrar que pop rock é, pra efeitos de lista, tão pop quanto dance pop, então incluí o que se enquadra nisso.

VAMOS LÁ

1. All I Ever Wanted (2009) – Kelly Clarkson

Sabe o que é ter DUZENTAS execuções de uma PREVIEW de música?
Eu também não sabia.
Até vir a de My Life Would Suck Without You.
All I Ever Wanted tem, sim, suas falhas, mas os acertos vão tão alto que não tem como desmerecê-los de jeito nenhum. A voz incrível da Kelly Clarkson aqui é combinada com as letras engraçadas da Katy Perry, arranjos de produtores como Ryan Tedder e músicas do Aranda (que não conhecia), como a maravilhosa faixa-título. Não acredito nem que demorei tanto pra incluir esse álbum na minha modesta lista.

2. Anthem (2013) – Hanson

Já falei dele aqui. O Anthem é uma das coisas mais lindas que já ouvi de pop rock na minha vida. Ele conseguiu juntar tudo que gosto nos irmãos Hanson e o resultado faz justiça ao nome do álbum, que tem todo o clima “anthemic” que se esperaria.

3. Believe (2009) – Orianthi

Eu realmente não sei o que é a música da Ori, mas, se tivesse que colocar uma classificação de gênero no Believe, seria pop rock. Menos pop, mas suficiente pra incluir aqui. Em algumas músicas, é um estilo meio Kelly Clarkson. Só que com uns solos de guitarra bem incríveis no meio. Ou, como definiu um amigo meu:
“AFF JÉSSICA TIRA ESSA SUA MÚSICA DE MULHERZINHA… OXENTE VÉIO, DE ONDE SAIU ESSA GUITARRA? E SUMIU! VOLTOU A VIRAR MÚSICA DE MULHERZINHA! MAS PERAÍ, O QUE É ESSE SOLO? MERMÃO, QUE MÚSICA DODJA DO CAR[censored]! É ELA QUE TÁ TOCANDO, É? MOFIU, ESSA NEGA É MUITO MONSTRA, SE NÃO CANTASSE QUE NEM MULHERZINHA SERIA F[censored]!”.
É um álbum variado, o que por alguns é visto como desvantagem por não definir bem sua identidade. Puxa pro pop em According to You e pro country em Feels Like Home, traz os covers Suffocated (Suffocating, Sound The Alarm) e Believe (Believe Again, Niels Brinck) e Highly Strung, uma música completamente instrumental com um de seus ídolos. Corre que tem pop, tem rock, tem country, tem baladinha, tem música revoltada e tem até instrumental! Tem pra todo mundo!
Isso é o Believe. Agora vou falar da Orianthi. Orianthi seria a guitarrista da lendária turnê This Is It, se ela tivesse chegado a acontecer. Orianthi já tocou em festivais com alguns de seus ídolos, como Carlos Santana, em quem seu estilo é inspirado. Orianthi tem uma música nesse álbum com Steve Vai. Orianthi deu uma pausa na sua carreira solo porque achou mais importante ser guitarrista do Alice Cooper. Orianthi agora também toca com Richie Sambora, seu namorado. Orianthi tem solos em músicas de Allison Iraheta, Fefe Dobson e Adam Lambert. E, se você não tinha ouvido falar da australiana até agora, eu acabo de corrigir um grande erro da sua vida.

4. Britney (2001) – Britney Spears

Ah, mas quem disse que a ~princesinha do pop~ não estaria aqui? Britney foi o primeiro álbum que, no alto dos meus nove anos, comprei sozinha. Ganhava três reais de mesada e juntei por vários meses esperando o cd sair. Lembro bem que foi em uma viagem a Maceió e nas Lojas Americanas que consegui. E repetiu, repetiu, repetiu, até que deixei em cima da estante e minha irmã derrubou, pisou em cima e quebrou.
E o Britney é meu preferido dela por vários motivos. [Um deles me faz cantar alto até hoje e se chama Overprotected.] Foi quando a Britney começou a se meter mais na composição da música dela, além de ter ousado um pouco mais na melodia, como prova Slave. Mas os fatores mais relevantes pra ser meu preferido são dois: primeiro, ele é o único álbum da Britney do qual não costumo pular nenhuma música; segundo, o dvd daquela turnê, meu deus.

5. Butterflies and Elvis (2008) – Yohanna

Tive uma fase bem legal de ficar fuçando sites europeus de lançamentos musicais e baixar qualquer coisa que tivesse uma capa que me chamasse atenção. Sério. Não durou muito, mas me rendeu Yohanna e Kerli, então já fico mais que feliz.
Yohanna foi a segunda colocada no Eurovision de 2009, com uma baladinha chamada Is It True?, mas já tinha lançado seu primeiro álbum, Butterflies And Elvis, no ano anterior. Ele foi relançado com a música do Eurovision em 2009 e foi mais ou menos nessa época que conheci. A voz da islandesa é incrível, suave e agradável como poucas, porém poderosa. A música é leve, com baladas de arranjos maravilhosos e com musiquinhas felizes realmente felizes.
Infelizmente, desde então, a Yohanna não lançou nenhum álbum. Vi alguns singles avulsos, mas álbum mesmo parece sonho distante. Não sei se por enrolação/acomodação da própria, negligência da gravadora ou outro tipo de problema.

6. Dignity (2007) – Hilary Duff

Sabe quando falei que pouca coisa se destacou em época de The Black Parade? Estava me referindo especificamente a isso. E outros gatos pingados (nunca entendi essa expressão, mas acho legal, então vou usar), mas principalmente isso. Demorei a gostar da Hilary, mas So Yesterday me pegou e, daí em diante, acompanhava tudo. E achei que adorava. Mas aí saiu With Love e as coisas atingiram novos níveis.
Dignity é, do começo ao fim, a melhor coisa que a Hilary já fez. Por melhor que seja seu novo álbum (que realmente vale a pena). Pessoal, comercial e até inovador, se contarmos que o dance explodiu um ano depois. É uma pena que o descaso da gravadora e as baixas vendas em geral tenham impedido lançamento e divulgação de mais clipes como a maravilha do Stranger.

7. Four (2014) – One Direction

Uma adição recente à minha lista de preferidos. E antes do Four, eu nem gostava de One Direction. Mas é um álbum muito bem produzido, as harmonias vocais estão mais interessantes e o som mais maduro. Os meninos só não compuseram duas faixas da edição simples, uma das quais foi obra de Ed Sheeran. E Night Changes foi um dos melhores singles que já ouvi de uma boyband.

8. Guilty Pleasure (2009) – Ashley Tisdale

É, então. Antes de me julgar, vai ouvir Overrated. Ashley nessa época sofreu do mesmo problema que a Hilary, de ter o melhor trabalho de sua carreira afundado pela gravadora. Guilty Pleasure combina pop rock e dance de um jeito que eu acho muito muito legal e não me canso de ouvir até hoje. Até comprei o cd físico recentemente. Nada mais a dizer.

9. Here We Go Again (2009) – Demi Lovato

Sim, na minha opinião, este aqui é melhor que Don’t Forget, que Unbroken e que DEMI também. Os clipes são ruins e tem single mal-escolhido, mas não vou passar o post inteiro falando mal da mesma gravadora porque não pega bem. Vamos falar de coisa boa. Duas das melhores músicas da carreira da Demi estão no Here We Go Again, uma das suas mais pop e a sua mais pesada: Solo e Got Dynamite. Gostaria que ela tivesse seguido o rumo da segunda, mas shit happens. Talvez um dia. Enquanto isso, ela tá se virando muito bem com Cool For The Summer, não posso reclamar.

10. High School Musical 3: Senior Year (2008)

É aqui que você desiste de mim de vez. Já gostei muito de High School Musical. Apesar do romance excessivo, do casal sem graça, do escândalo que fazem por coisas como beijos e água, eu gostava. Se os filmes fossem editados pra conter só as músicas e as cenas da Sharpay e do Ryan, eu ainda gostaria igualmente. Hoje, sim, ouço as músicas às vezes. E escolhi destacar a trilha do terceiro.
A princípio, ele pode parecer mais uma trilha de musical adolescente meio blé. Pra você, talvez seja. Mas é uma seleção de pop bem produzido com cantores legais. Zac Efron e sua Scream, com piano e guitarra ditando o ritmo, são o maior destaque. A Walk Away de Vanessa Hudgens também é a melhor música solo da cantora. Mas, apesar disso, os duetos de Troy e Gabriella, como virou padrão, ainda compõem a parte bonitinha sem graça da trilha (vide Can I Have This Dance). E ela volta a crescer nas músicas cantadas pelo elenco inteiro, como High School Músical, hino sobre crescer e manter amizades.

11. Joyride (1991) – Roxette

É aqui que você volta a ter fé em mim. Viu? Durou pouco.
O Joyride é um dos maiores sucessos do duo pop sueco e não faltam motivos pra isso. O maior deles talvez seja a baladinha matadora Spending My Time, que o mundo inteiro conhece. Mas ela não está sozinha. A faixa-título é a minha preferida do duo e uma das minhas preferidas de todos os tempos, em parte porque, quando a introdução empolgante começava a tocar no carro quando eu era pequena, eu já sabia que meus pais tinham escolhido uma trilha sonora incrível. Mesmo que não soubesse cantar uma palavra.
Mais baladinhas matadoras podem ser encontradas, como (Do You Get) Excited?, e mais músicas empolgantes como Hotblooded e minha segunda preferida Fading Like a Flower também. I rest my case.

12. Let Go (2002) – Avril Lavigne

Espero que você não tenha sinceramente achado que eu não teria esse álbum na minha lista. Apesar de ele dividir espaço no meu coração com o Goodbye Lullaby, não há comparação. Let Go significou muito mais pra mim. Numa época em que eu ouvia só Britney e Backstreet Boys e aquela música da Aguilera com o Ricky Martin que é sensacional, Avril era rock. E era uma menina de 17 anos que escrevia suas músicas e tocava violão! Isso era inédito! Bom, not really, mas, em minha defesa, até aquela época, era pra mim. Foi ela que me apresentou a Alanis Morissette basicamente, porque a época em que ouvi o “Alanis Morissette é minha inspiração” foi a mesma em que conheci a maravilhosa Precious Illusions e fui atrás de mais.
E esse álbum é uma coleção de hinos pop rock, convenhamos. Vai muito além dos singles que o mundo inteiro sabe de cor. Não é perfeito. Mas Mobile, Anything But Ordinary e Things I’ll Never Say continuam nas minhas preferidas de todos os tempos, e beeeeeeeem alto.

13. Never Gone (2005) – Backstreet Boys

Never Gone… Como eu começo a explicar o Never Gone?
Não dá, de verdade. Sempre vai ser uma explicação ~incompleta~. Quando surgiu esse primeiro single, eu sabia que viria uma fase incrível. Mas eu nunca imaginei que deixaria aquela sequência Millennium-Black&Blue TÃO pra trás. É provavelmente o trabalho mais maduro e mais ~poderoso~ (não sei outra expressão pra explosão de maravilhas que é Incomplete, possivelmente o melhor single já lançado por eles) que os BSB já fizeram e vão fazer, um dos que têm sons mais variados e é LOTADÍSSIMO de refrões grudentos. É um real desafio não voltar pra repetir Just Want You to Know. Acho que, lá no fundo, é o trabalho do qual eles mais se orgulham, junto com os independentes mais recentes. Dá pra ver que é um pouco a cara de cada um — apesar de o Brian cantar quase tudo e por isso não vermos mais dele em shows hoje em dia.
Dois destaques que não viraram singles: Climbing the Walls e Crawling Back to You. E ainda faça questão de ouvir as faixas que não entraram no álbum, como a maravilha de balada Forces of Nature.

14. Now Or Never (2002) – Nick Carter

HAHAHAHAHAH SIM. Desculpa. Você tá me julgando, desculpa. Mas devo lembrar que apareceu High School Musical mais acima, então Nick Carter é o menor dos seus problemas. E Help Me é realmente maravilhosa, ok?
E olha, o Now or Never é um álbum pop rock bem completo e bem a cara do Nick, que co-escreveu metade das músicas, inclusive a famosa Do I Have to Cry For You?. Ele também flerta com o rap, fala de video games e crise de identidade e mulheres. Bem Nick Carter. E bem a cara dos BSB em alguns momentos também, já que tem dedo do Max Martin e do Rami em três músicas, inclusive o single I Got You.

15. Primavera in Anticipo (2008) – Laura Pausini

Foi bem difícil escolher entre o Primavera e o Le Cose Che Vivi, de 1996. Me lembro de sempre gostar da Laura por causa do último, que minha mãe comprou quando eu tinha uns 4 anos e sempre ouvimos muito desde então. Por outro lado, o primeiro marca quando EU fui atrás de um álbum dela pela primeira vez.
Os singles do Primavera in Anticipo são sensacionais, mas todo mundo sabe que, para o conjunto do álbum estar entre os seus preferidos, é preciso muito mais que isso. E são duas faixas que não foram single as minhas preferidas: Mille Braccia, abertura sensacional pro álbum, e a mais sensacional ainda Bellissimo Così.
Vale lembrar que eu só ouço Laura em italiano e ocasionalmente em português, mas ela tem lançado duas versões de cada álbum: uma em italiano e uma em espanhol. A versão em espanhol se chama Primavera Anticipada. A faixa-título foi lançada como single em uma colaboração muito linda com o James Blunt e foi aí que passei a gostar dele (You’re Beautiful não foi exatamente uma boa primeira impressão).

16. Sim (2013) – Sandy

Vamos deixar uma coisa clara: eu sempre gostei da Sandy. Muito. Comprava todo cd de Sandy & Junior que saía sem saber o conteúdo antes, porque não era necessário, e do Você é D+, com a música dos Power Rangers, ao Identidade, tenho todos. Na época dos dois últimos, estava em uma fase de não comprar nada a não ser livros, então ainda preciso corrigir esse erro. [Mas fui no show da última turnê mesmo tendo prova de História e Matemática no outro dia, v1d4 l0k4]
Mas o bom é que, quando saiu o Manuscrito, eu continuei gostando do som da Sandy. Tão Comum é uma das músicas nacionais que eu mais gosto na história da vida. E o Sim veio ainda mais legal que seu antecessor. Fui ao show na primeira parte da turnê, quando não tinha saído o álbum ainda, só o EP, e tudo nele era lindo. Com o álbum, ficou ainda mais lindo.
São só dez músicas, todas escritas pela Sandy e pelo Lucas Lima, com eventuais colaborações com Tati Bernardi, e não dá pra descartar nenhuma. Mas dá pra destacar Segredo, Escolho Você e Ponto Final. E Aquela dos 30. E todas as outras. A Sandy aqui tá com um som mais maduro, como no Manuscrito, só que a influência dos amigos do pop britânico aparece mais. E ela também brinca mais e parece mais confortável com ela mesma, como mostra bem o clipe de Escolho Você.

17. Teenage Dream (2010) – Katy Perry

O álbum que inspirou tudo isso! Teenage Dream é o segundo CD que a Katy PERRY (em caps sinalizando que o Hudson não entrou na minha conta) lançou, lá em 2010.
É também um que eu poderia facilmente não gostar. É cheio de Max Martin (que eu admiro um monte, mas pessoalmente acho que foi mais relevante/criativo no pop bem antes de 2010 — hoje, o que faz a diferença são seus colaboradores) e tem até parceria com o Snoop Dogg (de quem seriamente desgosto). Mas quer saber? É uma das coisas mais legais que o pop recente nos deu, assim como o melhor da carreira da Katy. Não à toa, quebrou um monte de recordes de vendas de singles.

18. The Fame Monster (2009) – Lady Gaga

Aqui, na hora de citar a Gaga, fiquei muito dividida. Mas, por mais excelente que Born This Way seja, o The Fame Monster leva essa. Fica pra você decidir se considera o Monster apenas o EP de oito faixas ou o lançamento duplo com o The Fame, mas, qualquer que seja sua escolha, terá bons motivos.
Entre as oito, temos o maior hit da carreira da Gaga, Bad Romance, mais dois singles que conhecemos muito bem: Alejandro, muito comparada com ABBA, e Telephone, com participação da Beyoncé e clipe maravilhosíssimo inspirado em Tarantino. Deuses, como eu amo essa fase dela.
PORÉM, NÃO TEMOS SÓ ISSO. Speechless é uma balada matadora, na base do piano, que Gaga já cantou com Elton John. Dance In The Dark é provavelmente minha música dance preferida e Teeth, a mais diferente que ela já fez. Se você estiver contando o The Fame, vou citar, bem rapidinho, mais três motivos: Eh, Eh (Nothing Else I Can Say), Boys Boys Boys e Summerboy.

19. We’ve All Been There (2010) – Alex Band

Eu já falei que gostava bastante de The Calling, né? Então, isso garantiu que eu acompanhasse de alguma forma a carreira solo do vocalista Alex Band. We’ve All Been There é, surpreendentemente, seu primeiro álbum solo. “Surpreendentemente” porque o cara assinou contrato tipo em 2005 e supostamente o álbum já estava terminado desde 2007, mas só saiu em 2010. A essa altura, dá pra pensar que seria o segundo ou terceiro, mas não.
E olha, eu gostei bastante. Até comprei nas férias de fim de ano daquele ano. Rodou bastante no carro. Maior destaque da versão que eu tenho: a faixa-título. Sensacional.
Mas tenho um destaque importante para a faixa bônus digital, que portanto meu CD físico não tem, Cruel One. O QUE É ESSA MÚSICA?????????

20. When The Sun Goes Down (2012) – Selena Gomez & The Scene

Também já falei dele aqui. A qualidade da review, no entanto, é questionável — se for ler, leia sabendo disso. Mas o que interessa é: esse álbum foi o que me fez prestar atenção de vez na Selena. A Year Without Rain tem pontos altos bem altos, mas acabei gostando mais do When The Sun Goes Down. Por quê?
É um álbum bem curtinho, mas todas as músicas são legais, e a sonoridade é coerente. Pixie Lott, que teve uma queda brusca em qualidade e sucesso a partir de seu segundo álbum, faz uma participação BEM legal em We Own The Night. E, apesar da pouca participação da Selena na composição, tem autoria de Katy Perry (That’s More Like It) e Britney Spears (Whiplash) e duas músicas com títulos em comum com músicas do Kill ‘Em All do Metallica.
Duas preferidas pessoais: My Dilemma e Bang Bang Bang.

21. 1989 (2014) – Taylor Swift

Não poderia ficar de fora. É o primeiro álbum completamente pop da minha artista preferida, e me surpreendeu muito positivamente. Falei sobre ele aqui, assim que comprei. Estava com muito, muito medo da transição completa da Taylor pro pop, mas ela está em sua melhor fase desde Fearless com o 1989. Não consigo colocar o álbum inteiro por aqui pela questão de disponibilidade — não dá pra ouvir online de graça –, mas os singles já são suficientemente excelentes. Em especial Style, que foi a que eu escolhi pra deixar aqui embaixo de amostra.

BÔNUS

Porque eu não vou incluir um bando de Greatest Hits ali, não é justo. Daqui em diante, não consegui ainda formar uma opinião sobre qual álbum é melhor, mas não poderia deixar de fora, então fui de Greatest Hits. Aliás, por pouco a Laura Pausini não entrou aqui. Esse pouco seria o fato de duas das minhas favoritas dela não estarem no Greatest Hits por não serem singles. Mas ainda fica a indicação do 20 – The Greatest Hits, que tem umas colaborações maravilhosas.

ABBA Gold

O quarteto sueco é tão incrível e icônico que tem um musical feito com músicas suas. Inteiramente. Estou falando de Mamma Mia!, que ganhou adaptação cinematográfica com a rainha do cinema Meryl Streep. ABBA Gold é uma coletânea que saiu em 1992 (ano em que eu nasci!) e deve ter rodado aproximadamente 6 x 10²³ lá em casa desde então. Até compramos a versão em DVD assim que pudemos. Foi o Gold que me fez gostar de ABBA, então imagine uma enorme gratidão a esse álbum aqui.

Best of RBD

Sim. Incluí eles aqui. O Best of RBD foi lançado em 2008 em CD+DVD, pouco antes de o grupo acabar, e inclui os maiores sucessos de todos os álbuns deles exceto o Para Olvidarte de Mí, que saiu em 2009. Não tem todas as minhas favoritas (a falta de Me Voy é especialmente sentida), mas cobre muito bem a carreira deles desde Solo Quédate En Silencio à maravilhosa Inalcanzable. Vale a pena.

SPICE The Greatest Hits

A coletânea das britânicas saiu em 2007, quando elas se reuniram em turnê e lançaram o single Headlines (Friendship Never Ends). O Spice Girls Greatest Hits também saiu em CD+DVD e, como a Maior Girlband De Todos Os Tempos só tem três álbuns de estúdio, deu pra ser bem abrangente. De Spice Up Your Life a Goodbye, é uma coleção de hinos pop.

Quase 3700 palavras depois: UFA! Quais são os SEUS álbuns pop preferidos?

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2 comentários em “#nowplaying: alguns dos meus álbuns pop preferidos de todos os tempos

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