Balanço do Mês – Maio


Maio foi um mês um tanto fraco (em números) pra leitura. Não tanto quanto os dois anteriores, mas ainda fraco. E um dos motivos é bem simples: Arrow entrou na minha vida.

Foram 3 livros começados e terminados – ou, especificamente, 2 livros e 1 quadrinho.

herdeira

O primeiro deles foi A Herdeira, primeiro volume da ~nova fase~ da série A Seleção, da Kiera Cass. Sabe, aquela série que todo mundo facilmente ama e odeia, que é tipo The Bachelor em um ambiente distópico. Essa fase da história se passa 20 anos depois do final de A Escolha, último da trilogia original. Maxon e America estão casados e o clima com a população voltou a ficar ruim, mesmo depois da dissolução das castas. Em uma tentativa de melhorar como sua família é vista, sua filha mais velha, a rainha Eadlyn, deve fazer sua própria Seleção. Sim, é a vez do The Bachelorette.
Apesar de como tudo isso pode parecer forçadíssimo quando apenas lemos a sinopse, eu realmente gostei da realização. O desenvolvimento dessa ideia parece natural ao longo da história e os personagens são menos bipolares que nos livros anteriores, o que são pontos positivos também. Ainda temos mais uns dois livros pela frente, então é óbvio que não é tudo contado agora. Provavelmente os momentos mais cruciais do ambiente distópico ainda não chegaram. Mas a parte do romance é maravilhosamente previsível, como em qualquer rom-com que se preze. E o melhor ainda é o quanto os livros dessa série são fáceis de devorar em 3-4h sem ligar pro mundo ao seu redor.

bill

Depois, li o primeiro volume da nova série solo da Arlequina (for dummies: namoradinha do Coringa, nemesis do Batman, da DC Comics). Essa parte foi muito importante pra mim, porque gosto bastante da Arlequina há um tempo, mas não tive a chance de ler nada ou quase nada com ela antes. Então acabava restrita aos jogos e a ler sobre a personagem, MAS AGORA TUDO MUDOU.
Além disso, por esse primeiro volume, a série parece ser bem legal. O começo do primeiro número é hilário, com vários artistas fazendo suas versões da personagem por uma página. Isso mostra um tanto sobre a cabeça da personagem (porque ela tem uma reação a cada arte) e, se eu não estiver viajando, mostra um pouco das dificuldades na produção dos quadrinhos. Porque acertar a arte com o tom do autor e ambos com o personagem deve ser um trabalho ~bem loco~.

o-reino

Por último, O Reino das Vozes que Não se Calam, parceria da Carolina Munhóz com a Sophia Abrahão. É uma ficção fantástica, como os anteriores da Carol. A diferença aqui é que, numa coisa meio Alice, o mundo mágico surge na imaginação da protagonista, Sophie. A garota é atormentada pelos colegas e, depois de “perder” sua melhor amiga, acaba entrando em uma depressão. Seu único refúgio nesse período é uma terra mágica que surge em seus sonhos, mas que a leva cada vez pra mais longe da realidade.
E posso dizer que eu achei bem legal a maneira que elas construíram essa história? O jeito que a vida na Terra é a chave para o que precisa ser feito no Reino e vice-versa foi o melhor. A trilha sonora é sensacional – afinal, se sua música-tema é do Pink Floyd, já começou certo – e a influência da moda nos aspectos visuais, bem interessante. Mais importante, a história é emocionante. Em especial se você ou alguém próximo já enfrentou a depressão. Pode marcar a, sei lá, terceira vez na história que chego a chorar em um livro.

Menção honrosa para…

Jardim Secreto. Minha mãe veio me visitar no começo do mês e trouxe esse livro de presente. É legal, na verdade. Só é cansativo e toma tempo, porque os pedacinhos da imagem são muito pequenos e tem que prestar atenção nas combinações de cores. Duvido que todo mundo que comprou o livro nessa ~moda~ consiga terminar, tão cansativo que é. Mas não posso dizer que não estou feliz por lápis de cor serem socialmente aceitos pra quem já passou dos 10 anos de idade.

Minha primeira página nessa bagaça. A menos bonita, portanto.
Minha primeira página nessa bagaça. A menos bonita, portanto.

E que tal falar sobre o maior motivo da lentidão do mês?

Alguns dias depois de minha mãe voltar pra casa, eu só queria jogar meu Hearthstone, mas a Battle.net não colaborava. Pela primeira vez na história, encontrei fila pra logar. Até me senti de volta ao LoL. Aí, tive vontade de ver uma série, e Breaking Bad parecia pesada demais no momento. A lista do Netflix fez Arrow saltar aos olhos. Lembrei que esperei a série lançar na época, mas não tinha chegado a ver nenhum episódio. E aí pensei, “por que não?” e fui.

O que se seguiu foi um loop de episódios que ainda não acabou. Depois das duas primeiras temporadas, incluí Flash nas maratonas e até resolvi ver tudo na ordem em que saiu, por causa dos crossovers. Estou chegando perto do final das duas agora.

Talvez, em algum futuro próximo ou distante, eu possa até fazer um post exclusivamente sobre as séries, ou uma delas. Mas, por enquanto, algumas impressões:

  • Na primeira temporada, eu conseguia definir o Oliver como um misto de Bruce Wayne e Emily Thorne. Mas aos poucos ele foi ficando só chato;
  • Willa Holland sendo a irmã mais nova problemática desde 2006;
  • A segunda temporada é realmente a melhor;
  • Felicity, Diggle e Nyssa são sensacionais. Malcolm é um ~mal necessário~;
  • Não entendo gente que vê série de herói só por um ship, sinceramente;
  • E Olicity não é nem tudo isso, melhorem. Especialmente porque o Oliver é um pé no saco;
  • Falando em pé no saco, uma palavra: Laurel;
  • Os flashbacks não faziam o menor sentido na primeira temporada nem estão fazendo na terceira, mas na segunda eram maravilhosos;
  • Slade Wilson: vilão sensacional com uma motivação ridiculamente estúpida;
  • Os roteiristas que foram de Arrow pra Flash fazem diferença em ambas;
  • E Barry é um protagonista melhor e mais carismático, não importa quão legal o Stephen Amell seja;
  • Mas a parte de casais da série continua sem graça e, sinceramente, não entendo por que se importam com ela;
  • As camisetas do Cisco são as mais legais e eu quero que ele seja meu amigo.

3 livros comprados (ou 1 livro e 2 quadrinhos).

Dois deles, olha só, já foram mencionados lá em cima nas leituras do mês.
Foi um mês de poucas compras também, não só porque a pilha de leituras está ficando gigantesca, mas também porque preferi gastar dinheiro com shows pra variar. Nos últimos dois meses, garanti o ingresso dos Backstreet Boys, do Nightwish e do System of a Down. ♥
E as compras foram: A Herdeira, Arlequina: Uma Estranha no Ninho e Capitão Britânia (que eu vi no fim do mês e não resisti).

compras-maio

Progresso nos itens do desafio: 22/50 (+5)

  • Um livro publicado neste ano
    A Herdeira
  • Um livro que se passe no colegial
    O Reino das Vozes que Não se Calam
  • Um livro que fez você chorar
    O Reino das Vozes que Não se Calam
  • Um livro com mágica
    O Reino das Vozes que Não se Calam
  • Um livro que você ainda não tenha lido de um autor que goste muito
    A Herdeira
    O Reino das Vozes que Não se Calam
Anúncios

2 comentários em “Balanço do Mês – Maio

  1. Falando de Arrow:
    A Laurel é uma chata mesmo!
    E o Oliver está bem chatinho nessa última temporada. Mesmo assim, eu amoooo ele e Felicity juntos. <3
    Mas, não é por causa do casal que eu assisto a série…

    Flash: O Barry é muito mais carismático e engraçado que o Oliver, mas nos quadrinhos o Flash é engraçado mesmo, né!? Ahhhhhh, eu também quero que o Cisco seja meu amigo. kkkkkkk

    Bjs,
    http://www.brunamels.com

    Curtir

    1. Ai, achei que já tivesse respondido, meu cérebro bugou! ahahahahahah
      E sim, Barry é um personagem muito mais legal. Como disse a Felicity, ele e o Ray são mesmo parecidos… deve ser por isso que gostei tanto do Ray. Chegou a um ponto que Oliver era apenas uma fonte de negatividade que não explicava seus planos, e isso é bem problemático quando você tem que torcer pelo protagonista, não?
      Enfim, preciso dizer que acabei os últimos episódios das duas séries pensando “sim, e aí?”. Arrow ainda um pouco mais, apesar de todo mundo achar que as coisas do finale são dicas claras da mudança Arrow -> Green Arrow, porque não teve cliffhanger como Flash.
      Mas tenho esperanças pra nova temporada. E pro Lance. Afinal, se até Laurel ganhou minha simpatia, não tem nada que os roteiristas não saibam mudar pra melhor… hahahahaha :)

      Curtido por 1 pessoa

Obrigada por ler! Não quer deixar um comentário, não? :)

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s