Tag: Arco-Íris Literário


Finalmente consegui fazer esse post! Estava até com saudades de tags, mas a maioria dos meus livros agora mora longe de mim, então não tinha como fazer antes. Não que tenha sido exatamente ~tagueada~, mas alguma vez eu já liguei pra isso? De qualquer forma, agora está tudo bonitinho depois do pulo.

A tag Arco-íris Literário eu descobri pelo blog da Galera Record, neste post da Melina Souza. Fuçando mais um pouco, encontrei este outro vídeo dela sobre o assunto e o vídeo original do ArrictineReads. Ela consiste, originalmente, em escolher 7 livros, um para cada cor do arco-íris: vermelho, alaranjado, amarelo, verde, azul, anil e violeta *. Eles devem ter capa ou lombada dessas cores (vide o nome original “Rainbow Spines & Covers”). E, de preferência, você deve ser consistente na sua escolha (ou basear os sete na cor da capa ou os sete na cor da lombada), pra não virar palhaçada.

Eu escolhi pela lombada por dois motivos: (1) fica mais bonito na foto e (2) é muito comum em outras tags falar da cor da capa, então essa era uma chance de diferenciar. Isso significa que a capa, muitas vezes, não tem absolutamente nada a ver com a cor que o livro representa, mas está tudo certo, porque não precisa ter mesmo. O que interessa é a lombada. [Side note: até hoje não sei direito que cor é anil.]

Vermelho

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Não queria acabar com Fire ou Catching Fire outra vez, então fiz uma escolha mais legal e diferente. A Rainha Está Morta é o segundo livro lançado pelo Pedro Guerra. Assim como Você Pode Guardar Um Segredo?, seu primeiro livro, Rainha é um romance policial, mas, diferentemente do anterior, não se passa em uma cidade americana fictícia. A “rainha” do título é, na verdade, a rainha da Festa da Uva de Caxias do Sul, cidade do Pedro. Além da criatividade de misturar a tradição gaúcha com um gênero, digamos, atípico, ele teve um enorme cuidado com a pesquisa para a ambientação: a história se passa no único ano em que não houve escolha de rainha na Festa da Uva, para evitar possíveis conflitos, e vários nomes fazem homenagem a algo na história da festa.
O mais legal é que, desde 2014, várias escolas locais têm adotado A Rainha como leitura obrigatória, entre clássicos de Machado de Assis e José de Alencar. Acredito que o livro já esteja na quarta edição (essa minha, da foto, que na minha opinião sempre será a mais bonita, é a primeira – vantagens de ter família em Caxias e ser amiga do autor). Você pode comprá-lo aqui e ler o primeiro capítulo aqui.

Alaranjado

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Ou simplesmente laranja. Não me lembro de ter encontrado muitos livros com a lombada laranja por aqui, mas tinha o Adultos Sem Filtro, último que li (e que comprei também) da Thalita Rebouças. Já comentei em algum lugar, ou mais de um, ou muitos, que virou instantaneamente o meu preferido dela. É um livro curto, rápido, e composto inteiramente de crônicas separadas em vários temas. Dá uma olhada no Skoob aqui.

Amarelo

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Eu confesso que não queria de verdade usar esse livro. Mas, entre as opções… era o que ficava mais bonito. Maldosas é o primeiro livro da série da Sara Shepard que inspirou o seriado Pretty Little Liars. Não tem tanto assim a ver com o seriado, que, apesar de tudo, ainda é o que eu prefiro. Não que eu não tenha gostado da leitura. Digamos que achei acima de mediana (?), mas não era o que eu esperava. E o fato de serem 42 mil livros não ajuda a animar a continuar. Mas, se você tiver paciência, vale a pena dar uma chance. Skoob aqui.

Verde

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Minha escolha foi Sever, último volume da Chemical Garden Trilogy da Lauren DeStefano. Essa foi uma das séries que eu consegui fechar em 2014 e uma das que mais me agradou. Essa distopia recebe várias críticas negativas pela construção de universo. Por isso, vamos nos situar. Nesse futuro, houve uma série de experimentos genéticos que conseguiram criar uma primeira geração perfeita, com expectativa de vida muito maior que a que estamos acostumados. Porém, a atual geração sofre com o que chamam de “o vírus”: as mulheres só vivem até os 20 anos e os homens, até os 25. Em uma tentativa desesperada de não fazer a espécie desaparecer, os ricos da primeira geração casam seus filhos com várias moças de uma vez, uma mais nova que a outra, para ter filhos. Rhine, a protagonista, de 16 anos, é sequestrada pra virar uma dessas esposas. Presa naquela mansão, passa os dias tentando escapar e encontrar seu irmão gêmeo.
Claro, parece estranho. Que tipo de vírus faz com que as mulheres só vivam até os 20 anos e os homens, até os 25? Por que ela é sequestrada e obrigada a ser uma esposa polígama? Que tipo de prisão é uma mansão? O estranho é, na verdade, que tudo isso se responde meramente com a leitura da série. Alguns fãs não gostaram do final, mas eu achei que amarrou as pontas e respondeu as perguntas e, apesar de ~todas as baixas~, foi mais positivo. Você pode ver Wither, o primeiro da série, no Skoob aqui.

Azul

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O legal é que, revendo os vídeos, percebi que a Melina escolheu justamente esse pro anil.
Mas, como falei, até hoje não sei direito que cor é anil. E ela falou no vídeo que não sabe também. Então pra mim tá valendo.
Cabeça de Vento é o primeiro de uma trilogia de mesmo nome da Meg Cabot que eu amo demais. Já falei mais de uma vez que gostaria de fazer um post só sobre ela. Algum dia vai. Desde a premissa, a série já tem três temas principais legais: transplante de cérebro, nerds e supermodelos. E o que se constrói a partir daí é ainda mais legal. Skoob aqui.

Anil

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Daí eu escolhi pro anil o divertidíssimo Pela Janela Indiscreta, da Aimee Oliveira, que acabei de ler há poucos dias. O livro conta a história de Frederick, womanizer e muito bom nisso, que observa cada passo de Louise, sua “vizinha de janela”. Só que depois ele acaba conhecendo a moça pessoalmente e tem que esconder isso. Você pode encontrar um link pro primeiro capítulo aqui e o Skoob aqui.

Violeta

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Por último, a edição (maravilhosa) de bolso da Zahar para Alice representando o violeta. É uma pena que tenha quebrado a quase-uniformidade de formatos, mas é o que tem pra hoje. Não deixa de ser uma edição maravilhosa de um clássico maravilhoso. No Skoob aqui.

Por último, tudo junto:

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“O que a torre Eiffel está fazendo não só aí, mas também em todas as fotos?”, você me pergunta? Eu realmente não sei.

Sinta-se convidado a fazer a tag também (se é que eu não fui a última pessoa na face da Terra a fazer) e até mais! :)

* Por que eu escrevi as cores do arco-íris daquele jeito? Foi como o professor de Física C falou quando estudamos as frequências das cores e eu posso ter esquecido de 90% do que aprendi na Engenharia mas não dessa matéria. Então sempre que penso no arco-íris escrevo como VAAVAAV.

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