Tag: The Name Game Book Tag


Lá vou eu fazer outra tag sem ser convidada. Essa eu vi no canal da Melina Souza e foi criada pela australiana Kimberley (que marcou todo mundo que visse o vídeo pra fazer, então acabei não sendo tão intrometida assim).

Como o título sugere, você tem que formar seu primeiro nome com os títulos dos livros. Cada letra tem que ser a primeira letra do título de um livro que você tenha na estante e/ou tenha lido. Normalmente essas tags são feitas em vídeos, mas entre uns motivos que já citei no post da outra tag (vergonha de gravar, incapacidade de editar e velocidade de internet para upar), fico com um post mesmo. Lá vai.

J – Jogos Vorazes (Suzanne Collins)

Ah, como não? No post anterior, me desafiei a não pegar nenhum dessa série, mas agora a oportunidade de já COMEÇAR com ele era boa demais. A falta de livros com a letra “J” também. A série Jogos Vorazes (The Hunger Games) está em evidência agora, já falei um bocado sobre ela em um post antigo, mas não faz mal falar mais. A distopia da Suzanne Collins se passa em uma nação chamada Panem, erguida das ruínas da América do Norte. Lá, uma Capital luxuosa controla treze distritos, que devem produzir e lhe fornecer bens específicos, ficando com uma parte mínima do que é produzido. Insatisfeitos e liderados pelo D13, de indústria nuclear, os distritos se rebelam contra a opressão da Capital, em um período que é conhecido como “Dark Days”. Quando o D13 é obliterado, os outros doze não têm opção e acabam sendo derrotados. Para lembrá-los de que esses eventos não devem ser repetidos, a Capital cria os “Hunger Games”, um reality-show anual que leva um garoto e uma garota de cada distrito, sorteados em cerimônias televisionadas, a uma arena da qual só um pode sair vivo. No livro, a protagonista é Katniss, de 16 anos, que mora no D12, o distrito mais pobre e esquecido. Katniss se voluntaria para os jogos para salvar a vida da irmã Prim, 12, que é sorteada. É minha série preferida, mesmo com Harry Potter e A Mediadora tendo um lugar no meu coração, e estão os três entre os melhores livros que já li. Especialmente o segundo. ♥

E – Elixir (Hilary Duff)

Eu gosto da Hilary Duff. Eu gosto muito da Hilary Duff. Um dos meus álbuns preferidos é o Dignity e um dos meus filmes preferidos é The Perfect Man (mesmo com o clássico Raise Your Voice e o bobinho-mas-lindo Beauty & The Briefcase). Então vou pedir pra não me levarem a mal quando eu falar que não esperava muita coisa de Elixir, só comprei e dei uma chance porque gosto muito dela. O livro conta a história de Clea Raymond, fotojornalista acostumada com holofotes por sua mãe ser uma política famosa, que, após o desaparecimento misterioso de seu pai, começa a notar uma sombra estranha no fundo das suas fotos ao redor do mundo. Com a ajuda dos amigos Ben e Rayna, ela resolve investigar, descobre que a sombra é na verdade sempre o mesmo homem, e vai atrás dele pra encontrar respostas. Fui bem surpreendida, li em poucas horas e fiz o mesmo com a sequência Devoted, que é ainda melhor. Tenho minhas críticas quanto ao amor instantâneo crepusculesco com o Sage, mas quem sou eu? O livro é legal.

S – Sendo Nikki (Meg Cabot)

Sendo Nikki (Being Nikki) é o segundo livro da série Airhead em português. O que basicamente significa que é a tradução de um dos meus livros preferidos. Não vou falar muito dele por questões de spoiler e porque ainda pretendo fazer um post só sobre a melhor série da Meg (junto com A Mediadora), mas digamos que é nele que a história cresce. Algumas pessoas entendem o que está se passando, outras revelam quem realmente são e, enquanto isso, Em vai ficando mais confortável no corpo de Nikki. Só no corpo mesmo, porque a vida… cada vez mais complicada. Pra você que não conhece a série: Meg Cabot escreve sobre uma nerd excluída (Emerson Watts) que, por sofrer um acidente grave ao mesmo tempo (e no mesmo evento) em que uma supermodelo (Nikki Howard) tem suposta morte cerebral, acaba “herdando” seu corpo e sua vida. Mas, assim como ela, nada é o que parece ser.

S – Strangers on a Train (Patricia Highsmith)

Um clássico do seu gênero literário. Adaptado para o cinema pelo lendário Hitchcock. E, ainda assim, são raras as pessoas que sabem do que estou falando quando comento de Strangers on a Train. Vendo Horrible Bosses com a família, na hora da piada-referência a ele, eu fui a única que riu porque entendeu. E eu, bom, conheci essa história por acaso. Estava à procura de algo interessante na biblioteca da Cultura Inglesa depois da aula há alguns anos (2006? 2007? 2008?), então saí lendo as sinopses dos readers do meu nível. Cheguei a uma que gostei, peguei o livro e li. Falava sobre um encontro aleatório em um trem, no fim do qual um rapaz (Charles Bruno) fazia uma proposta bizarra ao outro (Guy Haines), com o intuito de deixar suas vidas mais fáceis: “eu mato sua mulher, que não quer dar o divórcio, e você mata o meu pai”. Afinal, qual seria o motivo que eles teriam, não é? Quem poderia sequer garantir que eles se conheciam? Era o crime perfeito. Guy não aceita, mas isso não impede Bruno de cumprir sua parte… e o que deixaria tudo mais fácil vira quase terror psicológico. Mas o que eu tinha lido era um pequeno “reader”, não a versão original. Agora em 2013, finalmente achei o clássico quando fui a São Paulo pra Campus Party. Comprei. Demorei. Mas li. E recomendo. No Brasil, saiu como Pacto Sinistro.

I – Insaciável (Meg Cabot)

Enjoei de Crepúsculo. House of Night é guilty pleasure. The Vampire Diaries, só a série. Vampire Academy é legal. Mas tem uma história que consegue zoar todas essas e ainda usar os mitos clássicos de vampiros para construir os seus: Insaciável (Insatiable), da rainha Meg Cabot. O livro é grande, com personagens adultos e no mesmo tom mistério+comédia que compõe algumas das melhores histórias dela. A protagonista Meena não acredita em vampiros e não aguenta mais ouvir falar deles, mas é roteirista de uma novela famosa que tem como tema justamente vampiros. Pior: ela descobre que vampiros existem. A história é lotada de referências e a protagonista é cética até que se prove o contrário, o que dá algumas situações muito engraçadas.

C – Contos de Fadas

Essa coletânea de vários autores clássicos é mais uma daquelas edições lindas da Zahar, como a de Alice, em capa dura e tamanho de pocket. Não li tudo ainda, mas sabe as histórias que sempre ouvimos quando crianças? Os filmes clássicos da Disney? A série Once Upon a Time? Então… de A Bela e A Fera a João e o Pé de Feijão, infelizmente sem passar pelo Rumpelstiltskin, podemos ver as versões originais dos nossos contos preferidos, com ilustrações originais e uma breve biografia de cada autor.

A – Assombrado (Meg Cabot)

O que posso fazer se ela domina minha estante? Assombrado (Haunted) é um dos meus livros preferidos da série A Mediadora. E da Meg. E de todos. O único “problema” (ou não) não só dele como também de qualquer um da série é ser muito curto. Aliás, esse é o mais curto da série. E por “muito curto” eu quero dizer “já li três no mesmo dia”. Mas, claro, isso foi nas férias de 2006, logo antes do ensino médio. Sobre a história: depois que sua mãe, viúva, resolve se casar novamente, Suzannah Simon é obrigada a se mudar de NYC, onde viviam só as duas, para uma cidadezinha no interior da Califórnia, com o padrasto e os três novos irmãos, Jake (Soneca), Brad (Dunga) e Dave (Mestre). Suzannah é uma mediadora, o que significa que, para ela, fantasmas são tão reais quanto humanos. Ela não somente pode vê-los, mas conversar, tocar e até ser machucada por eles, o que acontece com frequência ao pisar em alguma construção antiga. E aí, porque protagonista sempre tem a maior sorte, sua nova casa é assombrada por Hector “Jesse” de Silva, descendente de uma família latina que foi morto há 150 anos. No colégio, Suzannah faz amizade quase somente com o diretor, Padre Dominic, que também é mediador. Assombrado é o quinto livro da série de seis.

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Um comentário em “Tag: The Name Game Book Tag

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